Esta é a terceira ajuda alimentar consecutiva ao arquipélago de São Tomé e Príncipe, depois da suspensão «por largo tempo» da ajuda japonesa, devido à má utilização dos fundos resultantes da venda do arroz. Este episódio levou, inclusivamente, à condenação de dois responsáveis do Gabinete de Gestão de Ajudas (GGA) por corrupção.
Esta quinta-feira, o embaixador japonês acreditado em São Tomé e Príncipe, Motoi Kato, assinou com o ministro dos Negócios Estrangeiros são-tomense, Carlos Tiny, um acordo para o donativo japonês de 2,7 milhões de dólares (cerca de 1,8 milhões de euros).
A ajuda alimentar insere-se num acordo de cooperação económica assinado em 19999 entre os dois países. |